terça-feira, 2 de março de 2010

Novell Security and Identity Management Technical Specialist


Issaê, com pouco mais de 7 meses na empresa e uns cinco na ferramenta, consegui o certificado supra-citado.

E o que isso quer dizer? Para empresa que me contrata é interessante, pois precisa de pessoas certificadas para renovar a parceria. Para mim, bom, falo mais pra frente, a área ainda é novidade :D

A prova

A prova foi constituída de 102 questões de múltipla escolha – todas em inglês, claro – a serem respondidas em 130 minutos. Números especiais a parte (deve ser supertição de alguém lá na Novell), a certificação foi muito mais tranqüila que a do SAP. Duas apostilinhas que juntas davam umas 700 páginas no máximo (para o SAP eram 5x mais que isso).

Chamou a minha atenção o nível de preciosismo de algumas perguntas, que ao invés de questionarem sobre o conhecimento do analista sobre o software (consultoria/vendas) ou o conhecimento específico (técnico), frisavam a decoreba de itens específicos que não fazem a menor diferença no dia a dia... mas, fazer o que né?

E o que é o IDM?

Beleza, estou certificado, mas em quê?

O nome da ferramenta é Novell (o “fabricante”) Identity Management, ou IDM, se preferir. Para entender melhor do que se trata, vamos montar um cenário fictício de uma empresa de médio porte com o seguinte fluxo de vida de funcionário: o funcionário é contratado pelo RH, o gerente é notificado do funcionário, que por sua vez pede a criação de conta de correio, rede, internet e sistemas e o usuário chega, com alguns acessos liberados (será q são todos os necessários, e somente os necessários?). O funcionário sai de licença médica ou é mandado embora e por algum motivo o departamento de informática (sempre eles) não bloqueiam a conta do caboclo, que pode acessar de casa e fornecer ao concorrente as informações que ele precisa.

Com o IDM a conta nos sistemas podem ser criadas automaticamente, a partir das informações passadas pelo RH, com acessos pertinentes ao cargo e sendo criado nos sistemas que deve ter acesso. Sua senha pode ser sincronizada, permitindo que ele se autentique com o mesmo login e senha em todos os sistemas. Se o RH informar que o usuário não está mais trabalhando para a empresa, o sistema bloqueia os acessos (ou exclui sua conta) de forma automática.

Associe a isso ferramentas de auditoria (quem fez o que, pra quem e quando), de workflow (ex.: usuário solicita ao gerente uma permissão em um sistema ou internet, o gerente aprova e o acesso é liberado) e outras cositas más para ajudar o dia a dia e boa. Bom, é  mais ou menos isso que eu faço, parece simples, né?

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Óculos de sol – dica

Que já faz um bom tempo em que os óculos de sol deixaram de ser apenas um protetor ocular e se tornou um adorno estético, todo mundo já sabe, mas que se tornaria um “escondedor de rostos” talvez seja até novidade para seus criadores.

Óculos cada vez maiores e mais extravagantes roubam a cena do rosto (alguns ainda bem), vão de cima da sobrancelha até a maçã do rosto. Alguns são tão grandes que servem até de “aletas aerodinâmicas” para as orelhas. Se os projetistas dos carros de fórmula um repararem bem, é capaz de usarem algum conceito nos seus carros.

Pois bem, depois de muito filosofar, cheguei a conclusão de um produto ideal para substituir tais óculos (afinal, muito salgado gastar R$ 500,00 reais num pedaço de ferro ou plástico com dois vidros presos): a máscara de solda. Tampa o rosto inteiro, protege do sol, tem vários modelos e de quebra é mais barato que os óculos de sol tradicional (vai entender...).


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

É cada causo que me aparece...

Outro dia estava conversando com um amigo meu, aí de repente ele:

- Cara, lembra da Fulaninha, aquela menina que tava saindo um tempo atrás?

- Claro que sim! - Respondi animado.

Eu realmente tinha ficado contente com a pergunta. Fulaninha era uma menina meio tímida, meio na dela mas uma pessoa legal, centrada, direita. Era o que ele estava precisando na época para tomar um rumo na vida.

Ele estava bem empolgado, tinha saído algumas vezes com ela e estava decidido pela vida monogâmica do namoro. Queria acalmar a vida e virar um cara caseiro de novo, mas a menina não deu muita bola e não foram pra frente. Quem sabe agora não teriam voltado?

- Então, peguei a mãe dela! - Respondeu ele...

É cada causo que me aparece...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Feliz ano novo! Mais que atrasado...



"Nada como um dia após o outro, e uma noite no meio para agente refletir" já cantaria os Nordestinos do Forró... e é assim que eu vejo a virada do ano. Esse negócio de feliz ano novo, muitas felicidades, paz e luz é um lance meio complicado. Não que eu seja contra isso, é legal e talz, mas é um lance meio "vou começar a dieta na segunda-feira". Um ano às vezes tem 365 dias, e outras vezes até mais, pq esperar todos esses dias passarem para fazer alguma coisa?

Tá, ok, te desejo sucesso e muita felicidade pessoal, mas desejo isso para hoje, amanhã, e não só para daqui a 365 dias, já que passei a virada de 2010 vagando pelas dunas de Itaúnas. Que tal mudarmos para "feliz hoje" e, se hoje já tá rolando e algumas coisas não poderão ser feitas, "feliz amanhã e o que você vai começar a fazer ao invés de esperar mais um ano passar?"

Hoje eu malhei, hoje eu cuidei da minha alimentação, hoje eu deixei a preguiça vencer, hoje eu trabalhei, hoje eu brinquei com o Zeca. Hoje eu também lavei roupa pq minha empregada está querendo me abandonar. Hoje eu planejei o amanhã, o depois, o final de semana. Hoje eu deixei alguém feliz, hoje eu fiz alguém sorrir. Não é legal isso?

Sei lá, mas para não ser anti-social nem politicamente incorreto, feliz 2010 para todos, e que seus desejos possam ser colocados em prática!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Se o tempo tivesse parado...



Ah se o tempo tivesse parado,
quantos sorrisos eu não veria,
quantas alegrias eu desconheceria,
quantas lembranças não teriam ficado?

E com o tempo parado,
quantos erros não teria cometido,
quantas vezes não teria me arrependido,
quantos choros não teria causado?

Se o tempo tivesse parado,
quanto eu não teria aprendido,
quanto eu não teria sofrido,
quanto eu não teria passado?

Mas se o tempo tivesse parado
e tudo isso eu não tivesse vivido,
não diria que eu os tivesse perdido,
pois foi perfeito estar ao seu lado.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Castelhanos: um pedaço do paraíso espírito santense


Castelhanos é a última praia antes do centro de Anchieta, mar calmo, águas claras e limpas, com pouco movimento de pessoas e natureza ainda exuberante. O bairro é pequeno e praticamente inabitado. Existem algumas casas e poucos prédios baixos, geralmente de veraneiro. Alguns barzinhos e restaurantes na beira da praia e meia dúzia de quiosques completam esse lugar maravilhoso.

Como chegar?

Distante cerca de 80kms de Vitória, acesso 100% de asfalto (exceto na beira da praia, porém qualquer carro/moto acessa de forma fácil). Basta pegar a rodovia do sol e antes de descer para Anchieta, entrar no trevo à esquerda.
Vale a pena viajar devagar após Meaipe, à cada curva a estrada mostra alguma beleza natural escondida.

O que fazer?

Durante o dia é praia, não tem muito como ser diferente. Uma caminhada pela areia mostra novidades a cada curva. Vale a pena um passeio pelo Santuário de Anchieta, não só pela sua história mas pela vista maravilhosa lá de cima (no final da cidade de Anchieta, sentido Iriri, virar à direita).
À noite existem barzinhos na beira da praia para quem quer tomar umas cervejinhas e bater um bom papo. O centro de anchieta fica perto (cerca de 4kms), com algumas opções de lanchonetes e restaurantes. Quando não há festas na cidade, é só ir cedo para a pousada.

Onde ficar?

Normalmente fico na Pousada da Tina, que fica já na praia de Guanabara. Uma pousada simples, cerca de 15 quartos, com piscina, sauna (sauna na praia?!?!?!?!) e de frente pra praia. É largar as coisas no quarto, atravessar a rua e tchibum. Diárias na faixa de R$ 80,00 (casal)

Pousada da Tina:
www.pousadadatina.com.br
vasconcellostina@hotmail.com
(28) 8115-8547



Fotos:
1 – Vista de Anchieta
2 a 6 – Praia de Guanabara e Anchieta (infelizmente ventou um bucado no dia da foto)
7 – Santuário de Anchieta
8 – Uma das surpresas do caminho

Mais informações e fotos: http://www.anchieta.es.gov.br

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Meu amigo, o Zeca


Que o José Carlos é um ser totalmente ao inverso do dito “padrão felino” (anti-social, independente e traiçoeiro – embora eu associe isso mais à educação), todo mundo já sabe, porém às vezes até eu fico de cara com as coisas q ele faz.

Hoje desci para limpar e cobrir as motos e aproveitei para levá-lo para comer um pouco de mato, afinal de contas é salutar para o bixo e ainda o distrai um pouco. Mas heis que, de repente ouço “vovó, posso brincar com o gatinho?”. É a netinha da mulher que mora aqui em baixo, “Ana Beatriz”, uns quatro aninhos e é do tipo de criança que faz vc ter vontade de ter uma...

Bom, enquanto mexia na moto, tava lá a criança, no melhor estilo “Felícia” atrás do gato, puxa pra cá, empurra pra lá, corre atrás e o bixo tá que mia, mas não faz nada, nem sair correndo de perto. Ajudá-lo, eu? Por que? Afinal ele não adora que lhe dêem atenção? Hehehehehe

De repente a avó leva a criança pra cima e ela volta com o velocípede e começa a correr atrás do Zeca pela garagem, no melhor estilo Tom & Jerry, mas neste caso o gato era a caça e uma criança alucinada a caçadora, falando “vem cá gatinho, meu melhor amigo”. Huahuahauha, “melhor amigo” foi boa.

Depois de muito desespero, o gato some e ninguém mais acha, até que desce a vizinha de frente e “o nosso amigo tá miando na sua porta, querendo entrar”. “Nosso amigo”? Desde quando? Ai ai, só pq ele ia pela janela da cozinha até o ap dela, deitava e dormia no sofá ela acha q o José é amigo... aff.

Desde então o bixo tá largado em um canto da casa, meio q refletindo sobre a real necessidade da existência social, nem no colo veio mais...