Que já faz um bom tempo em que os óculos de sol deixaram de ser apenas um protetor ocular e se tornou um adorno estético, todo mundo já sabe, mas que se tornaria um “escondedor de rostos” talvez seja até novidade para seus criadores.
Óculos cada vez maiores e mais extravagantes roubam a cena do rosto (alguns ainda bem), vão de cima da sobrancelha até a maçã do rosto. Alguns são tão grandes que servem até de “aletas aerodinâmicas” para as orelhas. Se os projetistas dos carros de fórmula um repararem bem, é capaz de usarem algum conceito nos seus carros.
Pois bem, depois de muito filosofar, cheguei a conclusão de um produto ideal para substituir tais óculos (afinal, muito salgado gastar R$ 500,00 reais num pedaço de ferro ou plástico com dois vidros presos): a máscara de solda. Tampa o rosto inteiro, protege do sol, tem vários modelos e de quebra é mais barato que os óculos de sol tradicional (vai entender...).
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
É cada causo que me aparece...
Outro dia estava conversando com um amigo meu, aí de repente ele:
- Cara, lembra da Fulaninha, aquela menina que tava saindo um tempo atrás?
- Claro que sim! - Respondi animado.
Eu realmente tinha ficado contente com a pergunta. Fulaninha era uma menina meio tímida, meio na dela mas uma pessoa legal, centrada, direita. Era o que ele estava precisando na época para tomar um rumo na vida.
Ele estava bem empolgado, tinha saído algumas vezes com ela e estava decidido pela vida monogâmica do namoro. Queria acalmar a vida e virar um cara caseiro de novo, mas a menina não deu muita bola e não foram pra frente. Quem sabe agora não teriam voltado?
- Então, peguei a mãe dela! - Respondeu ele...
É cada causo que me aparece...
- Cara, lembra da Fulaninha, aquela menina que tava saindo um tempo atrás?
- Claro que sim! - Respondi animado.
Eu realmente tinha ficado contente com a pergunta. Fulaninha era uma menina meio tímida, meio na dela mas uma pessoa legal, centrada, direita. Era o que ele estava precisando na época para tomar um rumo na vida.
Ele estava bem empolgado, tinha saído algumas vezes com ela e estava decidido pela vida monogâmica do namoro. Queria acalmar a vida e virar um cara caseiro de novo, mas a menina não deu muita bola e não foram pra frente. Quem sabe agora não teriam voltado?
- Então, peguei a mãe dela! - Respondeu ele...
É cada causo que me aparece...
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Feliz ano novo! Mais que atrasado...
"Nada como um dia após o outro, e uma noite no meio para agente refletir" já cantaria os Nordestinos do Forró... e é assim que eu vejo a virada do ano. Esse negócio de feliz ano novo, muitas felicidades, paz e luz é um lance meio complicado. Não que eu seja contra isso, é legal e talz, mas é um lance meio "vou começar a dieta na segunda-feira". Um ano às vezes tem 365 dias, e outras vezes até mais, pq esperar todos esses dias passarem para fazer alguma coisa?
Tá, ok, te desejo sucesso e muita felicidade pessoal, mas desejo isso para hoje, amanhã, e não só para daqui a 365 dias, já que passei a virada de 2010 vagando pelas dunas de Itaúnas. Que tal mudarmos para "feliz hoje" e, se hoje já tá rolando e algumas coisas não poderão ser feitas, "feliz amanhã e o que você vai começar a fazer ao invés de esperar mais um ano passar?"
Hoje eu malhei, hoje eu cuidei da minha alimentação, hoje eu deixei a preguiça vencer, hoje eu trabalhei, hoje eu brinquei com o Zeca. Hoje eu também lavei roupa pq minha empregada está querendo me abandonar. Hoje eu planejei o amanhã, o depois, o final de semana. Hoje eu deixei alguém feliz, hoje eu fiz alguém sorrir. Não é legal isso?
Sei lá, mas para não ser anti-social nem politicamente incorreto, feliz 2010 para todos, e que seus desejos possam ser colocados em prática!
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Se o tempo tivesse parado...
Ah se o tempo tivesse parado,
quantos sorrisos eu não veria,
quantas alegrias eu desconheceria,
quantas lembranças não teriam ficado?
E com o tempo parado,
quantos erros não teria cometido,
quantas vezes não teria me arrependido,
quantos choros não teria causado?
Se o tempo tivesse parado,
quanto eu não teria aprendido,
quanto eu não teria sofrido,
quanto eu não teria passado?
Mas se o tempo tivesse parado
e tudo isso eu não tivesse vivido,
não diria que eu os tivesse perdido,
pois foi perfeito estar ao seu lado.
quantos sorrisos eu não veria,
quantas alegrias eu desconheceria,
quantas lembranças não teriam ficado?
E com o tempo parado,
quantos erros não teria cometido,
quantas vezes não teria me arrependido,
quantos choros não teria causado?
Se o tempo tivesse parado,
quanto eu não teria aprendido,
quanto eu não teria sofrido,
quanto eu não teria passado?
Mas se o tempo tivesse parado
e tudo isso eu não tivesse vivido,
não diria que eu os tivesse perdido,
pois foi perfeito estar ao seu lado.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Castelhanos: um pedaço do paraíso espírito santense
Castelhanos é a última praia antes do centro de Anchieta, mar calmo, águas claras e limpas, com pouco movimento de pessoas e natureza ainda exuberante. O bairro é pequeno e praticamente inabitado. Existem algumas casas e poucos prédios baixos, geralmente de veraneiro. Alguns barzinhos e restaurantes na beira da praia e meia dúzia de quiosques completam esse lugar maravilhoso.
Como chegar?
Distante cerca de 80kms de Vitória, acesso 100% de asfalto (exceto na beira da praia, porém qualquer carro/moto acessa de forma fácil). Basta pegar a rodovia do sol e antes de descer para Anchieta, entrar no trevo à esquerda.
Vale a pena viajar devagar após Meaipe, à cada curva a estrada mostra alguma beleza natural escondida.
O que fazer?
Durante o dia é praia, não tem muito como ser diferente. Uma caminhada pela areia mostra novidades a cada curva. Vale a pena um passeio pelo Santuário de Anchieta, não só pela sua história mas pela vista maravilhosa lá de cima (no final da cidade de Anchieta, sentido Iriri, virar à direita).
À noite existem barzinhos na beira da praia para quem quer tomar umas cervejinhas e bater um bom papo. O centro de anchieta fica perto (cerca de 4kms), com algumas opções de lanchonetes e restaurantes. Quando não há festas na cidade, é só ir cedo para a pousada.
Onde ficar?
Normalmente fico na Pousada da Tina, que fica já na praia de Guanabara. Uma pousada simples, cerca de 15 quartos, com piscina, sauna (sauna na praia?!?!?!?!) e de frente pra praia. É largar as coisas no quarto, atravessar a rua e tchibum. Diárias na faixa de R$ 80,00 (casal)
Pousada da Tina:
www.pousadadatina.com.br
vasconcellostina@hotmail.com
(28) 8115-8547
Fotos: 1 – Vista de Anchieta 2 a 6 – Praia de Guanabara e Anchieta (infelizmente ventou um bucado no dia da foto) 7 – Santuário de Anchieta 8 – Uma das surpresas do caminho Mais informações e fotos: http://www.anchieta.es.gov.br
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Meu amigo, o Zeca
Que o José Carlos é um ser totalmente ao inverso do dito “padrão felino” (anti-social, independente e traiçoeiro – embora eu associe isso mais à educação), todo mundo já sabe, porém às vezes até eu fico de cara com as coisas q ele faz.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Cada um que me aparece...
Ontem estava voltando do trabalho por volta das 19hs quando ao passar por uma mulher na rua reparo que ela estava conversando comigo e num papo animado, sem reparar que eu estava de capacete e andando de moto.
Pois bem, resolvi voltar e ver o que estava acontecendo, vai ver que estava perdida naquele bairro enoooooorme que moro (mas não sei pq, sempre tem um que se perde naquela meia dúzia de ruas), quando olhei pra trás ela ainda estava conversando comigo, eu a uns 300m de distância...
- Tenho aula às 19:10h em - não sei aonde, esqueci - e to atrasada e ônibus aqui só daqui a meia hora, bla bla bla, tem como você me dar uma carona até o ponto aqui perto para eu pegar outro ônibus que não o Bairro República, bla bla bla (muitos "blas"), tenho problema de coluna e não posso andar até lá - e mais uma série interminável de blás...
Era impressão minha ou ela não tinha reparado que eu não a conhecia, estava de moto, com uma mochila nas costas e sem outro capacete? Mas vamos lá, eu com essa minha necessidade incrível de me socializar, vou fazer uma caridade, quem sabe ela não caia, batia a cabeça e melhorava de vez?! Bom, deixei perto do ponto e me preparava pra voltar e lá foi ela:
- Ah, como é seu nome? O meu é fulana - não tenho menor idéia do nome, nessa hora já estava pensando se virava e ia embora ou se a atropelava. Com o que você trabalha? Ah, vc deve ser um desses Harckers de computador...
Pausa: tenho cara de comedor de pizza, bebedor de coca-cola e de não conseguir sair com mulheres para ficar o dia inteiro dentro de casa na frente do computador procurando brecha de segurança? Tá bom, continuando (aliás, ela não parou em nenhum momento...):
- Me passa seu telefone, pq às vezes tenho problema no computador e não sei para quem ligar (pq será?!), como quando coloco um CD no computador, abre o Media Player (nossa, pelo menos ela sabe o nome) e o negócio fica girando, girando (olha, que coisa!) e não sai som.
Pausa 2: eu fiz 4 anos de faculdade, 2 de pós-graduação, 1 ano para tirar certificação SAP (que foi mais difícil que o MBA), trabalho 8, 10, 12 horas pro dia para vir alguém vir e me chamar de técnico?! Afff, vai catar coquinho né...
- Ah, não trabalho com isso (falo eu na maior tranquilidade possível), tem uma empresa perto da rotatória, pq vc não os procura?
- Ah, bla bla bla (sinceramente estava exausto, não conseguia acompanhar o rítimo da conversa mais...).
Virei a moto e by by, espero não a ver de novo.
Pois bem, resolvi voltar e ver o que estava acontecendo, vai ver que estava perdida naquele bairro enoooooorme que moro (mas não sei pq, sempre tem um que se perde naquela meia dúzia de ruas), quando olhei pra trás ela ainda estava conversando comigo, eu a uns 300m de distância...
- Tenho aula às 19:10h em - não sei aonde, esqueci - e to atrasada e ônibus aqui só daqui a meia hora, bla bla bla, tem como você me dar uma carona até o ponto aqui perto para eu pegar outro ônibus que não o Bairro República, bla bla bla (muitos "blas"), tenho problema de coluna e não posso andar até lá - e mais uma série interminável de blás...
Era impressão minha ou ela não tinha reparado que eu não a conhecia, estava de moto, com uma mochila nas costas e sem outro capacete? Mas vamos lá, eu com essa minha necessidade incrível de me socializar, vou fazer uma caridade, quem sabe ela não caia, batia a cabeça e melhorava de vez?! Bom, deixei perto do ponto e me preparava pra voltar e lá foi ela:
- Ah, como é seu nome? O meu é fulana - não tenho menor idéia do nome, nessa hora já estava pensando se virava e ia embora ou se a atropelava. Com o que você trabalha? Ah, vc deve ser um desses Harckers de computador...
Pausa: tenho cara de comedor de pizza, bebedor de coca-cola e de não conseguir sair com mulheres para ficar o dia inteiro dentro de casa na frente do computador procurando brecha de segurança? Tá bom, continuando (aliás, ela não parou em nenhum momento...):
- Me passa seu telefone, pq às vezes tenho problema no computador e não sei para quem ligar (pq será?!), como quando coloco um CD no computador, abre o Media Player (nossa, pelo menos ela sabe o nome) e o negócio fica girando, girando (olha, que coisa!) e não sai som.
Pausa 2: eu fiz 4 anos de faculdade, 2 de pós-graduação, 1 ano para tirar certificação SAP (que foi mais difícil que o MBA), trabalho 8, 10, 12 horas pro dia para vir alguém vir e me chamar de técnico?! Afff, vai catar coquinho né...
- Ah, não trabalho com isso (falo eu na maior tranquilidade possível), tem uma empresa perto da rotatória, pq vc não os procura?
- Ah, bla bla bla (sinceramente estava exausto, não conseguia acompanhar o rítimo da conversa mais...).
Virei a moto e by by, espero não a ver de novo.
Assinar:
Postagens (Atom)


